A vida não deve ser levada tão a sério…

maio 24, 2007


Depois de tanta “seriedade” um pouco de ironia diária não faz mal a ninguém.

(Infelizmente são charges relativamente antigas e portanto não houve a preocupação na época em copiar os créditos.

Fica para próxima e desculpas aos cartunistas…)


Análise do Hoje…

maio 24, 2007


Mudar de vida?
Largar tudo por um ideal?
É tudo o que nos cobramos todos os dias e que quase nunca o fazemos.
Vivemos a pregar mudanças que nem sempre estamos dispostos a fazer.
Vivemos a dizer verdades que nem sempre estamos dispostos a ouvir.

O que será então que estamos fazendo com nossa vida?

Porque será que o que mais precisamos é o que menos queremos?
Porque será que o que mais queremos é o que menos valorizamos?
Porque será que o que mais valorizamos é o que menos precisamos?

Hoje é um dia especial… estou há 3 meses de mudar de dia… e como que num “ritual” comemoro sozinho esta transposição silenciosa e inevitável…

E só hoje dirigindo calmamente o carro após almoçar com amigos queridos e antes mesmo de telefonar para Itapõa… percebi e, como que num espanto, questionei-me: – Minha mão está diferente… está mais velha!!!.

E meio que no impulso fui ver-me no espelho e disse: – Não, eu não estou com a mão diferente.. velha… não eu estou “todo” velho… (r.s.ss..)

Nessa hora… de constatações… olhei de novo e vi que ainda guardo em mim o antigo sorriso.. aquele sorriso “infantil”… a centelha da minha vida… o sorriso do pequeno rodolfo… que não importa janeiros e janeiros… nunca que vai morrer.

É nesse sorriso que me apego para contrariar tudo o que eu disse antes… e para dizer que o que eu mais preciso é justamente o que eu quero.

E é nesse sorriso que me apego para impulsionar a idéia de que ainda é possível largar tudo por um ideal.


Millôr…

maio 24, 2007


“Não há nada mais equivocado do que a certeza”.

(Millôr Fernandes)

Eu tinha certezas… hoje tenho dúvidas…
E a dúvida destrói qualquer sentimento…


Quantas versões contemplam um sentimento tão complexo?

maio 24, 2007


O grande sentimento, a grande virtude, a felicidade, a grande dúvida…

O grande mal, o infortúnio, a desventura…
Quantas versões contemplam um sentimento tão complexo?
Muitas… algumas… por vezes uma só.

Qual delas escolhemos viver?
Ou melhor, qual ele nos escolhe?

Vale a pena mesmo devotar forças a um sentimento tão avassalador?
O sacrifico de amar, quem recompensa?
Se realmente vale a pena, até onde vale amar?

Entender o limite do amor pode ser a grande diferença entre saber amar e amar. Saber isto seria a garantia de bom sucesso?
Ou será só mais uma pergunta respondida na imensidão de dúvidas?

Nada nos queima mais que o passado.
Revivê-lo, é expor as chamas as mais confusas sensações, os mais parvos sentimentos, o eu esquecido.

Quem se arriscaria?


Nietzsche…

maio 24, 2007


“Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia.”

(Friedrich Nietzsche)


Equação Matemática…

maio 24, 2007



Parece que o ontem me trouxe de volta as confusões do meu verdadeiro EU… e cheguei a pensar que não há solução para O grande problema.

Mas não há como não crer que na vida não há problema que não tenha solução e não há solução que não chegue um dia…

Estou eu aqui de frente para o horizonte incondicionalmente a espera… e como que numa equação matemática sei que é preciso que a força do querer seja proporcional a força do ir atrás e fazer…

Se dessa equação resultar naquele quadro emoldurado com um ideograma chinês (clique aqui)… tudo dará certo… hoje, amanhã e sempre.

Em tempo… estive ausente, sem computador estes dias… e hoje retorno lembrando a mim mesmo que o ontem é só uma contagem de 60 dias.. até o grande dia… parabéns!!!


Vou Te Levar…

maio 24, 2007



Pensando em ontem…

Em 21 muitas coisas ocorreram… sou marcado por três acontecimentos neste dia… e se olhar de novo vou ver de trás pra frente outro grande acontecimento ligado ao 21… o 12

E é pensando no 21 que fui ler um depoimento não aceito, mas bem aceito… e me pergunto:

Será que tudo isso aí é real? Será que é possível confiar no “Lobão”?
Porque existe uma razão proporcional de dúvidas e certezas?

Quero dizer: Eu vou te levar para sempre… mesmo que o “sempre” não exista…
Mas será que posso?